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terça-feira, 19 de julho de 2011

A cabeça funciona assim mesmo, sem coesão nem coerência e até que faz sentido.



E se tudo que eu escrevo, paro no meio, é porque ou sou incompetente ou competente de mais pra não achar nada que faço bom o suficiente nem belo o bastante pra ter a eficiência e privilegio necessários de permanecer no papel.
Talvez seja simplesmente pelo fato de ter afeto pela pessoa que irá receber essa simples, porem complexa junção de palavras num pedaço todo amassado de papel. Quero deixar claro, que esse mínimo detalhe não reduz em nada todo significado que essas letras organizadas em forma de texto tem, na verdade isso só mostra que continuo sendo a mesma pessoa, meio desajeitada, de antigamente. Bom, pra não ter mal entendido vou mandar é pelo computador, já que as coisas se tornaram tão mais praticas e ao mesmo tempo distantes pelo uso do mesmo aparelho que tem como finalidade aproximar com rapidez, esse objeto que pela devida ligeirice ligeira de levar a mensagem, esquece de pegar ou perde pelo caminho o sentimento que devia estar embutido quando foi escrito.
E essa minha falta de capacidade intelectual de escrever quando penso em você, é causada por um mal que se chama saudade, saudade é um bicho estranho que esta sempre presente quando ausente, quanto mais distante mais cheia dela você fica.
Concluo então que quanto menos saudade mais perto eu estarei de você e assim vou encontrar meu raciocínio outra vez,... Quer saber, não, fique bem longe, pra eu não ter que te tirar da cabeça, pra poder pensar só em você e ocupar meu tempo e todos os espaços que em mim estiverem disponíveis com você. E só. E bastar.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Diário não cronológico de Amanda

“O mundo pode ser traduzido em um suspiro. Eu estava presa dentro das minhas próprias fantasias e isso, era um fato.” Fechou as paginas de seu antigo diário, teve vergonha daquela Amanda. Então abriu seu caderno pautado e embestou-se a escrever palavras que julgava serem sábias: “Descobri que hoje sou mais ridícula do que ontem, e assim os dias seguem.” “É incrível como a juventude pode ser boba depois de um mês e saudosa após 10 anos”, isso ela digitou bem mais tarde.E bom, sabe lá o que a próxima Amanda dirá dessa daqui.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Beijo na ponta dos dedos

Eu não sei dizer o que é, mas só quando “eu” sou “nós” acontece;
De ter suspiros no meio da fala e risada no meio do beijo.
Acontece que o infinito fica logo aqui e o pra sempre é tão possível quanto o amanhã.
Quando “eu” sou “nós” só tem graça se for com “você”.